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Talvez para a incompreensão de algumas ou surpresa de outras, não sou mãe, estou numa posição de quem assiste, acolhe e presencia todo este processo da maternidade, tendo a oportunidade de vivenciar várias gestações e desejos, por estar neste lugar diferencial de analista.
O desejo de criar um espaço para poder compartilhar e acolher essas mulheres se deu pela demanda do consultório e principalmente pela paixão pela teoria de D. W. Winnicott, que foi um dos primeiros autores a hierarquizar o papel da mãe como fundamental para o início da vida, definindo a relação mãe e bebê, como sendo essencial para o desenvolvimento e amadurecimento saudável de todo ser humano.

Foi a partir dos estudos e atendimentos embasados na Psicanálise Winnicottiana e na Psicologia Perinatal, que comecei a me questionar sobre essas mulheres que desejam ser mães, que estão gestando um bebê e/ou nos primeiros dias e meses de vida de seu bebê, me perguntando Como elas estão? Como se sentem? O que desejam? O que buscam?
E com todos esses questionamentos encontrei somente uma resposta: essas mulheres precisam de um espaço para serem acolhidas e olhadas, principalmente do ponto de vista emocional e psicológico, não julgando ou sugerindo como devem fazer, mas amparando seus desejos, suas angústias e medos, na busca de uma maternidade mais consciente.
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